Líderes do G20 discutem cooperação para enfrentar a pandemia do coronavírus

Trabalhar juntos contra a crise provocada pela pandemia. Essa foi a principal mensagem do primeiro dia da cúpula do G20, que reúne as maiores economias do mundo. Líderes do G20 discutem cooperação para enfrentar a pandemia do coronavírus
O efeito da pandemia do coronavírus foi o tema central da reunião do G20, que reúne os países mais ricos do mundo.
Trabalhar juntos contra a crise provocada pela pandemia. Essa foi a principal mensagem do primeiro dia da cúpula do G20, que reúne as maiores economias do mundo.
O presidente da China, Xi Jinping, e o da Rússia, Vladmir Putin, países que têm vacina em fase final de testes, disseram que vão oferecer a proteção a todas as nações, em especial as mais pobres.
Para o presidente da França, Emmanuel Macron, a pandemia é um teste para o G20 e é preciso um esforço global para fazer a vacina chegar às populações mais pobres do mundo.
A premiê alemã, Angela Merkel, pediu aos integrantes do G20 que contribuam financeiramente para garantir a distribuição da vacina em todos os países.
O presidente Jair Bolsonaro discursou por quase oito minutos. Repetiu que a crise é de saúde e econômica. E que o Brasil faz parte do esforço internacional de busca por uma vacina eficaz e segura. Mas voltou a afirmar que ela não deve ser obrigatória.
“Apoiamos o acesso universal, equitativo e a preços acessíveis aos tratamentos disponíveis. É com esse objetivo que participamos de diferentes iniciativas voltadas ao combate à doença. No entanto, é preciso ressaltar que também defendemos a liberdade de cada indivíduo para decidir se deve ou não tomar a vacina. A pandemia não pode servir de justificativa para ataques às liberdades individuais”, disse Bolsonaro.
Bolsonaro defendeu também a reforma da OMC, a Organização Mundial do Comércio, e a redução de subsídios para a produção de produtos agrícolas em outros países.
“A reforma da OMC, que já se fazia necessária antes da pandemia, torna-se, agora, elemento-chave para a recuperação da economia mundial. O Brasil defende avanços nos três pilares da OMC: negociações; solução de controvérsias; e monitoramento e transparência. Na reforma da organização, queremos que a ambição de reduzir os subsídios para bens agrícolas conte com a mesma vontade com que alguns países buscam promover o comércio de bens industriais”, afirmou Bolsonaro.
Bolsonaro viajou para o Amapá e não participou de um segundo debate dos líderes mundiais sobre a pandemia.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também esteve ausente do evento paralelo, porque, segundo a imprensa americana, foi jogar golfe.
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